É possível incentivar nossos filhos a não serem consumistas? A levarem uma vida mais simples, menos materialista, valorizando aquilo que realmente é importante?
Nos dias de hoje, a tarefa não é fácil. Nossa sociedade incentiva muito mais o "TER", do que o "SER". A mídia é a principal vilã, bombardeando novidades das marcas de artigos infantis o tempo todo. Isso, sem contar os familiares, que enchem as crianças de presentes nas datas comemorativas, e os colegas da escola, que vivem se gabando das mais recentes aquisições.
Confesso que me preocupo bastante com o assunto. É claro que vivemos num mundo moderno, capitalista, que o consumo faz parte de tudo isso, etc. Mas a gente tem que buscar o equilíbrio, não é? Bom senso é a base de tudo na minha opinião. O exagero nunca é saudável.
Resolvi falar sobre isso porque acabei de ler uma
matéria na revista Crescer que me chamou a atenção. Numa entrevista simples e curta, a coordenadora de Educação do projeto Criança e Consumo do Instituto Alana fala sobre a importância do tema dá algumas dicas para os pais.
Achei bem interessante, também, a proposta do
Instituto Alana, que debate questões relacionadas ao consumismo envolvendo crianças e incentiva reflexões sobre as conseqüências do fenôneno nessa fase da vida.
Recomendo a leitura!